Critic’s Notebook: Pavel Haas Quartet Makes the Ears Dance in an All-Czech
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Há 2 dias




3 comentários:
não me canso de dizer, como já repeti no daquidelisboa, que adoro este teu trabalho do viaduto ... pronto, tá dito, outra vez ;o)
Obrigada, Pedrinho.
E quando é postas alguma coisa?
Já estamos com saudades dos teus trabalhos :O)
Vou publicar o que já te tinha enviado por mail sobre estas telas:
"Relativamente às tuas telas, já tínhamos falado destas que foram
expostas - só não conheço a da Baixa - gosto muito da desumanização do viaduto, tanto na leitura de esmagamento da natureza, como na leitura contrária, de resistência desta, que nos fala,
simultaneamente de abuso e de esperança. O viaduto, como todas as
construções humanas, precisa de manutenção para sobreviver (como a
minha porta entijolada, numa tentativa de preservar o prédio
devoluto), se abandonado à sua sorte, rapidamente se deteriora e, a prazo, não restará pedra sobre pedra. A natureza, pelo contrário, sem intervenção humana, rebenta em toda a sua pujança.
As outras telas falam-nos de pessoas dentro da cidade mas,
paradoxalmente, continuam a falar-nos de desumanização. Gostei muito da maneira como resultou plasticamente o tratamento das figuras humanas. Por vezes os acidentes dão-nos resultados inesperadamente bons, daí termos que estar sempre muito atentos ao que nos vai dizendo a tela. É bom fazermos pausas que nos permitam novas leituras. Este tema é, claramente, um tema que tens que continuar a desenvolver, pois parece teres ainda muito a dizer sobre isso."
E também aguardo ansiosamente novos posts do Pedro. Luísa, tinhas dito que o repto do trabalho da Maria seria lançado e postado no blog; é para ser feito em simultâneo?
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